quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Hamburgueria Sujinho! (não julguem o lugar pelo nome)

Situado numa travessa da Consolação, a hamburgueria já bem tradicional do paulista é famosa pelo preço "abaixo da tabela" do cardápio.
Quase sempre com longas filas de espera, principalmente nas noites de sexta e sábado, o local é aconchegante e bem iluminado. Geralmente os garçons atendem com rapidez (houve poucas vezes que não havia muito movimento e eles não prestavam muita atenção ao salão e clientes chamando) e os pratos não demoram pra chegar.
Com vasto cardápio, desde entradas (a mais pedida é fritas com bacon e queijo, mas as polentas são sensacionais) aos clássicos hambúrgueres (queijo, hamburguer e alface são padrões), daí você vai complementando com outros ingredientes que variam de preço. São bem suculentos, só não vá errar na escolha dos complementos, senão acaba matando o lanche (um erro que já cometi). Há também pratos pra quem foge dos lanches, como carnes grelhadas com arroz e feijão e saladas bem generosas. Nas bebidas peça gelo (normalmente é o contrário). Outra boa pedida são as batatas assadas. São GRANDES e bem recheadas e baratas. Nunca mais vão olhar pra Baked Potato com os mesmos olhos.

Chegue cedo! Ou então vá bem tarde, por exemplo de madrugada.

Uma obs. importante: na hamburgueria não aceitam cartões, seja crédito ou débito, muito menos cheque. Leve sempre dinheiro se for comer lá.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Novas postagens! Dicas sobre onde comer (ou não comer) em SP

E aí, galero!Resolvi abrir um novo tipo de postagem pra página já que tava meio parada e só continha coisas sobre contos meus e algumas opiniões alheias. Juntando minha área de formação, a gastronomia, com dois hobbies meus, escrever e comer [?], tentarei fazer com que esse tipo de postagem seja, pelo menos, semanal.
Tudo o que for escrito aqui é de opinião minha e de pessoas que estavam junto na situação.

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Começando pelo mais recente, eu e meus amigos fomos no Jedi Burger, aberto faz alguns poucos meses do lado de Santo Amaro, no bairro Chácara Santo Antônio. Já pelo nome podemos saber qual a temática escolhida: Star Wars, ao qual "Jedi" é a classe dos heróis da saga.
Localizado quase ao lado da marginal Pinheiros, a lanchonete abriga cerca de 60 a 70 pessoas, com mesinhas e cadeiras um pouco espremidas e é um incomodo se há aquela pessoa "espaçosa-das-pernas-abertas". De ambiente bem iluminado, possui duas telas que passam, creio eu, filmes da saga Star Wars o tempo inteiro. (Funcionários já devem até saber as falas de Jabba, the Hutt. D: ). As paredes contém papéis de parede que tentam passar o ambiente de dentro das naves do filme, acho que do Millenium Falcon pra ser mais preciso, mas não dá o clima disso e acho que pecaram aí. Algumas Light Saber criam espaços nos painéis das paredes e poderiam ter caprichado um pouco mais nelas também.
O atendimento foi bastante bom. Foi tudo bem rápido e não teve uma cara feia, mesmo quando Darth Vader e seu Storm Trooper entraram ao som da trilha clássica do filme (Pan-pan-pan Pan-param Pan-param) e desfilaram entre as mesas, tirando fotos e fazendo poses para os clientes.


Foram mais ou menos 10 minutos até que as luzes fossem acesas novamente e o serviço retomado normalmente. Esse é, provavelmente, o ponto forte da lanchonete.
Tem um cardápio bem variado. Quanto aos lanches que pedimos, ninguém provou o famoso Pic Darth Vader, aquele do pão preto. Não por nojo ou motivos mimimi. Fui de Grievous (talvez o personagem Sith mais legal ever) e fiquei um pouco desapontado. Lógico que foi um risco calculado querer que carne de porco venha sempre suculenta, mas podia ter um pouco mais de gordura suína na carne. No mais estava bem temperada e o barbecue não roubou a cena. Meus amigos pediram lanches de carne bovina e não saíram desapontados.
A faixa pra comer lá não é tããão caro. Fica na faixa de R$ 40,00, com bebida. Valem o preço, mas sem acompanhamentos.
As pessoas gostam de nota, então de 0 a 10, vou de 7 pro Jedi's. Acho que fui infeliz no lanche que peguei, mas o atendimento é muito bom e a interação com o público certeira. Acho que pecou na falta de capricho dos detalhes, mas no geral é bom.

Última observação: se você é daquele que gosta de pegar fila, vá na fé. Senão, chegue cedo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Bomba-relógio

Eu não ando pensando no pior para os outros; penso no pior para mim e em como eu mereço que tudo de errado que fiz volte em proporções iguais ou maiores. Parece um problema fácil de resolver, e até deveria ser mesmo. Corrigir os erros para não cometê-los no futuro parece promissor, mas não desejo isso.

Desejo ver uma gota de sangue para cada palavra profanada. Desejo minha mente entrar em colapso para cada mentira dita. Desejo sentir cada fragmento de alma se esvair para cada coração partido.

Até pareço uma má pessoa se olhar por fora. Não acho que seja o caso. Para cada atribuição negativa, tive um bom motivo (para mim, claro). Mas talvez eu continue com tudo isso; não para ver o mal dos outros, apenas para ver minha autodestruição iminente.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Não existe classe social, apenas falta de senso do ridículo.

18+: Você leitor, não me responsabilizo pela sua interpretação quanto ao texto.

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Ontem, 10/11/5015, ajudei um amigo num evento em São Paulo, na Câmara Municipal de São Paulo. Boa estrutura, cozinha ampla para prepararmos nosso serviço, funcionários atenciosos (alguns até demais). Depois de dois dias de mise-en-place cansativo, tudo para ser um evento tranquilo.
Os comensais seriam pessoas de cargo político, doutores e professores, em geral, além de convidados diplomatas. Era esperado em torno de 300 pessoas.
Foram servidas entradas antes do nosso serviço. Alguns, já impacientes, cobravam pelo prato principal, mas nada que saísse de uma rotina. Funcionários de outros setores vinham e apreciavam a montagem e tiravam fotos. Alguns pediam por uma degustação e, se sobrasse, logicamente serviríamos.
Depois de mais de duas horas de espera pelo atraso no cronograma, e eu que gosto muito sqn de atrasos, foi nos permitido servir, então transportamos a comida pelo salão até as ilhas onde seria o buffet. Talvez pelo excesso de pessoas, ou por falta de espaço, ou porque não pedíamos "Licença" alto o suficiente (quase berrando), ou por serem um bando de tapados mortos de fome, as pessoas não nos deixava chegar nas mesas e, consequentemente, "atacavam" a barca de sushi (um metro e vinte de barca recheado de sushi) antes mesmo de chegarmos. E quando finalmente conseguimos colocar a comida na mesa, nos empurravam contra ela sem nos deixar sair.
Posso estar enganado, mas acredito muito na minha noção de tempo, mas não se passaram nem 3 minutos e tivemos que repor as duas ilhas. E o mesmo processo de empurra-empurra se repetiu, com o mesmo processo de pessoas querendo pegar a comida antes de outras e o mesmo processo de dificultarem nossa passagem de ida e volta da cozinha. E tudo isso se repetiu pela terceira vez.

Depois desse pequeno texto, onde quero chegar: como eu disse antes, os comensais foram pessoas de cargo político, doutores, professores, diplomatas e convidados, além do staff que organizou o evento. O que eu vi durante o serviço foi nada mais que um bando de animais presos numa jaula quando jogam um pedaço de carne no meio dela. A comparação é a competição de quem chegaria primeiro sem se importar com quem serve ou quem está esperando junto pra comer. Não houve distinção entre cargo político, doutor, professor, diplomata, staff. Era cada um por si. (Aliás, parabéns ao comitê organizador que largou mão do significado "organizador" e se juntou a trupe da desordem.)
Durante uma breve pausa entre a segunda e terceira leva, uma pessoa se aproximou de nós na cozinha. Se virou para nós e disse que não conseguiria comer por causa do tumulto e pela falta de tempo. Se despediu e foi embora. Outra pessoa agradeceu pela comida que não conseguiu comer por conta das outras pessoas. Cara...

Sei bem o que escrevo aqui, assim como também sei que foi um evento atípico. No meu ramo de trabalho é a primeira vez que vejo isso acontecer. Não era uma situação crítica, muito menos algo especial, mas esse evento me mostrou a verdadeira face de uma parte das pessoas que você vê na tevê, esbarra na rua ou dá "bom dia" quando sai para trabalhar. Se numa situação medíocre as pessoas agem dessa forma, imagine só quando realmente necessitarem de alguma coisa.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Eu de mim


Não preciso de ajuda / Por favor, me ajude
Eu não fodi com nada / Eu fodi com tudo
Eu não ligo / Eu ligo
Não foi minha culpa / Foi tudo minha culpa
"Eu sei"


Mas, o que há de errado com você?
Comigo?! Eu sou você!
Cala a porra da boca!
Cale você!


"Certo. Só me deixe só..."

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Live action: Shingeki no kyojin: Attack on Titan

 (Deem uma chance ao mangá/anime)


Você que curte animes e mangás provavelmente já ouviu falar de Attack on Titan (vou tratar aqui com o título em inglês porque acho bem difícil escrever em japonês). A primeira vista uma história com gigantes comedores de pessoas não apetece os mais exigentes, muito menos os novatos. Assistindo ao anime, a trilha sonora é algo completamente diferente. Dinâmico, creio eu ser em alemão e sem aquele rock melodramático da maioria dos animes, empolga e arrepia de excitação. Visualmente é bem feito, com traços exagerados aos "gaijins" (os não nipônicos) e vagamente remete ao steampunk, mas não tanto quanto Fullmetal Alchemist (que é muito amo)r. Tem boa história que envolve o protagonista, cenas que podem ser consideradas fortes para alguns, boa dinâmica (aqueles momentos que todo mundo espera ver são bem comuns), enfim, um bom anime que pode agradar a vários gostos. 
"Mazentão!Quer dizer que o live action deve ser bom também, né?"
Pessoas. Sinto desapontar dizendo que só perde pra Dragon Ball Evolution e, talvez, pra série live action que tá rolando de Death Note. Mas que que tem de tão ruim nele?
Isso, logicamente, é pessoal. Mas sabe aquelas séries de temática shoujo, com romancezinho mimimi, um pouco de safadeza e tal? Conseguiram incluir sabe-se lá como. Personagens pessimamente construídos, tão superficiais quanto conseguiram, cenários e efeitos que poderiam se passar por um filme dos anos 90, diálogos tão pobres que não contribuem em nada pro filme. 
Tem alguns pontos positivos: boa maquiagem e figurino, consegui pegar, no máximo, três bons personagens que tentaram captar a essência do mangá (e não se inclui o protagonista), os titãs principais foram bem moldados. Só. Todo o resto deveria ter sido melhor trabalhado para o agrado de quem curte o original. Cara! Mikasa mimimi e Armin moreno não rolou! Digo tudo isso pois temos um bom exemplo de adaptação live action com enredo alterado que deu muitíssimo certo: Death Note. TODOS-OS-FUCKING-TRÊS-FILMES!!!
O capitão aqui diz que terá uma continuação. Que os produtores olhem pra merda em que pisaram, limpem e escolham o melhor caminho possível para não andarem em outra trilha de bosta. Ou não continuem. Prefiro a segunda opção.

sábado, 20 de junho de 2015

2015 é ano de nostalgia

2015 começou pra muita gente naquela merda, inclusive pra mim. Situações das quais eu gostaria de não ter participado (no sentido de ter feito) e que não convém com essa postagem. Porém, algumas "novidades" alegraram esse primeiro semestre do ano e alegrarão o segundo também.
Toda pessoa mais velha (ou quem se sente) sabe o que é ver coisas do passado que já fizeram felizes épocas da infância. Um personagem/série/desenho marcante, uma comida favorita da vó, aquele brinquedo/jogo que te fez passar horas focado. Esse ano marca o retorno de alguns dos momentos mais nostálgicos do pessoal da década de 90 pra baixo.
Começando com o anúncio do novo filme de Star Wars (a Lucasfilm foi comprada pela Disney) que será lançado no dia 18 de dezembro deste ano. Trata-se do sétimo filme da franquia e o primeiro sob comando da Disney.
Logo em seguida veio a confirmação (e já estreado) de Jurassic World. Depois de 14 anos de hiato entre o último e péssimo filme Jurassic Park III, resolveram dar vida aos dinossauros com um presente de encher os olhos de quem lembra e gosta do primeiro e segundo filme da franquia.
Outro longa que está chegando, esse já em menor escala (pra mim), mas que fez um puta sucesso quando foi lançado (e que teve sequencias cada vez piores) é Exterminador do futuro. Quinto filme da franquia com o marcante e flácido Arnold Schwarzenegger no papel de Exterminador.
Nessa última quinta-feira foi a estreia que fez todo otaku delirar de emoção e erguer suas mãos aos céus e ajudar Goku a criar uma Genki Da Dragon Ball Z: Fukkatsu no F (O renascimento de F), dá as caras nos cinemas. Mesmo com pouco tempo entre o último filme, Dragon Ball Z: a batalha dos Deuses, a épica saga de Goku e sua turminha da pesada continua no filme EEEEEEEE também na nova saga já confirmada para Julho desse ano. A nova série se chama Dragon Ball Super e vai se passar algum tempo depois da saga Majin Buu.
E, pra mim, a notícia que me fez quase chorar de emossaum porque esperei fucking DEZOITO ANOS (dezessete porque foi quando vi esse jogo lindjo de morrer pela primeira vez) foi que na E3, a Square Enix lançará o novofuckingmentefodasticooverpower remasterizado em HD, com todo seu resplendor de melhor jogo com melhor soundtrack com melhor história com melhores personagens, El Sagrado Final Fantasy VII  para PS4. Me pegou tão de surpresa que chego a ficar arrepiado ( ͡° ͜ʖ ͡°) só de lembrar dos bons momentos jogando. Assim, estou criando uma expectativa gigantesca em torno do jogo, e espero que correspondam a tudo isso. Fiz uma postagem sobre jogos nostálgicos no facebook ano passado e uma das minhas esperanças era que a Square Enix lembrasse de FFVII. Como faz MUITO tempo desde o nascimento do jogo, muitos aspectos novos deverão ser implementados. Jogabilidade que, para o ano de 1997 era um avanço, hoje em dia pode ser, e é, obsoleto. Falam em correções na história como fios soltos, mas eu acredito que não. Muita gente também sonha em uma remasterização de Crisis Core, mas creio que essa venha em uma futura DLC, não como jogo à parte como o original.
Falando em Square Enix, ela também vai lançar Kingdom Hearts 3. A sequencia do jogo para PS2 saíra depois de 10 anos. (Não dei tanta ênfase porque nunca joguei nenhum ): FINAL FANTASY VII RULEZ).

É isso, galera! Caso saibam de outras notícias nostálgicas (independente da sua época), coloquem nos comentários. Tirando KH, todas as outras foram coisas que marcaram minha infância e que estou ansioso para ver/já vi e verei de novo.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Jurassic World (contém, com certeza, spoiler)

(Imagem retirada do site oficial do filme)


QUERO UM VELOCIRAPTOR DE ESTIMAÇÃO IGUAL AO BLUE *----*

Acabei de voltar do cinema, e quem me conhece sabe que raramente faço isso (infelizmente pra mim e pro meu bolso só tinha em 3D), mas feliz por ter ido numa tarde de terça (super vazio) e ainda mais feliz pela impressão dada pelo filme Jurassic World (não diga!).
Sabe quando você vê aquelas coisas da sua infância que te fazem querer tocar nelas (mesmo que tenham algumas dezenas de dentes e garras afiadas e rugem como dizendo "HORA DO RANGO!!!")? Essa foi a sensação que o filme me passou. Longe, beeeem longe de sair do clichê, os produtores apostaram em nostalgia pura do filme de 1993, Jurassic Park. Tanto na trilha sonora quanto nos cenários (como a entrada do centro de pesquisa/museu que é muito similar à entrada do centro de pesquisa/museu [2] do primeiro filme) e até mesmo a citação mais famosa do filme (preciso dizer qual?). Ah! E o T-Rex no final relembrando sua imponência dos dois primeiros filmes! PQP! MANO! DELETEM DA HISTORIA O TERCEIRO FILME!!!

Você aí que estiver lendo, parabéns! vá apenas se tiver visto os dois primeiros (ou os três) ou se for de 1990 pra baixo (ou na época uma criança de 3 anos com uma memória de elefante), mas sem criar expectativas grandes demais para novidades ou analises muito profundas do filme. Recomendo por ter sido nostalgicamente (a palavra não existe) emocionante pra mim e certo de que será para muitos.

Ah! Outra coisa: algo no filme parece soar como se tivesse uma continuação. Essa suposta continuação, aí sim, não podemos esperar por algo como rever cenas, cenários e trilhas sonoras do passado, mas algo novo (que espero não cagarem).

Valeu!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Trecho de vida 7

Pensamentos surgem junto da noite e espalham-se como mil estrelas dentro da minha cabeça. O que penso dizer deveria estar oculto por trás de uma nuvem de silêncio, mas é tão grande e óbvia quanto a lua; Quando de dia se esconde, mas sempre acaba voltando ao anoitecer e me mantem agitado, inquieto, em claro. Eles pesam na alma como gotas de orvalho, e talvez um dia me esmaguem como uma formiga que passa sob uma folha ao amanhecer.