"Em
sua afobação de seu ato compulsivo (porém consciente), não percebeu de
primeira alguns sinais de que seus planos não dariam certo em todo
momento. Chegada a hora, um momento de decepção, mas teve que aproveitar
como sempre o fez, com uma conversa curta e direta.
Ergueu a cabeça vendo que a noite havia chegado e viu as inúmeras estrelas que há muito não via. Parou o monólogo por um tempo, inspirando o ar frio da noite de inverno e observando a serenidade do ambiente junto daqueles que eternamente também observavam o céu infinito. O silêncio foi absoluto.
Voltou a cabeça para a pequena pedra retangular e seu número e esboçou uma despedida. As palavras não lhe saiam como normalmente. Engoliu as palavras e o silêncio e ergueu os olhos para as estrelas novamente.
Tirou força de dentro e fez uma breve despedida, dando um toque de punho fechado na pedra como uma forma de cumprimento. Se virou com as mãos nos bolsos da calça. (...)"
Ergueu a cabeça vendo que a noite havia chegado e viu as inúmeras estrelas que há muito não via. Parou o monólogo por um tempo, inspirando o ar frio da noite de inverno e observando a serenidade do ambiente junto daqueles que eternamente também observavam o céu infinito. O silêncio foi absoluto.
Voltou a cabeça para a pequena pedra retangular e seu número e esboçou uma despedida. As palavras não lhe saiam como normalmente. Engoliu as palavras e o silêncio e ergueu os olhos para as estrelas novamente.
Tirou força de dentro e fez uma breve despedida, dando um toque de punho fechado na pedra como uma forma de cumprimento. Se virou com as mãos nos bolsos da calça. (...)"
Belo texto. Falta terminar, mas isso eu sei que não vai acontecer :P
ResponderExcluirOu vai. Nunca se sabe HUSAHSUAHSA
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