quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Poema

~1º ato: Alma~
Ó, dama indecifrável que dança
A valsa que vos chama de vida
Do palco que compõe a carne
E dos olhares atentos de outras damas
Quando parar de valsar só, chama-me
E deixo-te meu corpo guiar

*****
~2º ato: Mente~
Do climax ao torpor
A mente se cansa da carne
A mente se cansa d’alma
A mente se cansa...
A...
...mente...
...se...
...can...
...sa...
...

*****
~3º ato: Corpo~
A carne rija sem mais responder
Não há a quem ferir, senão a própria carne
A carne rija sem mais responder
Não da dor da própria carne
A dor na própria alma

Nenhum comentário:

Postar um comentário