sábado, 26 de fevereiro de 2011

Como deixar sua paella mixta albina...

... com exceletíssimo "chef" Luciano.

É só jogar seu fundo de camarão com pistilos de açafrão pia abaixo. Simples, rápido, sem dor de cabeça (para quem o jogar) e fácil de fazer.

Oferecimento:
- Risadas Bergamo, a qualquer hora e lugar.
- IIPA (Instituto Internacional de Proteção ao Açafrão): preserve-o.
- Indignações Hebert: só VIPs.

[?]

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

The one

One wish
One word
One choose
One missing
One person
One memory
One happiness
One smile
One look

Only one

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ah! Por favor!

Neste link você encontrará o motivo do meu título indignado. Chefs, gastrônomos, tecnólogos da gastronomia, cozinheiros, amantes da cozinha e da comida. Gostaria da saber suas opiniões, porque, pra mim, isso vai além do extremo ou diferente.

E ainda dizem que 2 girls, 1 cup é nojento ._.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Para a lua

Olho para o alto,
a manta azul escura.

Recebo o recado
da orbe maior
que clareia o espaço
terreno.

Ergo os braços
sem poder alcançá-la.
Frustração?
Não.

Ela me alcança
com seu brilho
prateado
Como lágrimas
silenciosas,
distantes.

E novamente
ergo o braço
com punho fechado
e em promessa
digo em silêncio
para que ouças
em teu coração:

"Alcançarei os céus
para tocar minha lua"

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A origem da dor

O amor. Um ciclo vicioso. Forte e delicado como uma teia de seda.
A perda. Um ciclo perigoso. Consome-te como fogo.
A dor. Um ciclo infinito. Uma bola de neve intermitente e indestrutível.

O amor. A perda. A dor.
A dor. O amor. A perda.
A perda. A dor. O amor.

Basta acabar com o amor para ter dor?
Basta acabar com a dor para suprir a perda?
Basta sentir saudades para ter amor?

Qual a origem do seu amor?
Qual a origem da sua perda?
E qual é a origem da sua dor?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Não

São inalcançáveis as coisas que mais desejamos?
Tão longe quanto esticar um braço ou que a voz ecoe de volta?
Tão longe quanto os pensamentos ou pelas barreiras que nos separam?
Tão longe quanto podem chegar os desejos ou quanto os olhos podem ver?
Tão longe quanto os meus sentimentos ou quanto os seus?
É tudo tão longe assim?

Não. E não precisamos de um motivo se nosso intuito é o mesmo.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Um viva para quem inventou o pastel!


Merece um prêmio a pessoa que inventou essa delícia. Digo isso apenas para as pastelarias que sabem fazer um bom pastel.
Dentre os salgados existentes no enorme mundo alimentício, está entre os 5 melhores, na minha concepção. E ergo os braços (pelo menos o esquerdo, já que o direito tá bugado [?]) de alegria que tenha uma tão boa aqui no bairro.
Nada de estrapolar como pastéis de 30 cm transbordando recheio como um vulcão em erupção e um mar de óleo. Bons mesmo são aqueles bem simples, de massa sequinha, recheio na medida, porque convenhamos, a massa em si também tem seu toque especial.
Outro dia estava eu e uns amigos no Grand Plaza, em Santo André, e paramos para comermos alguma coisa. Lembrei que havia tempos que eu não comia pastel e lá estava o Baby Pastel. Ansioso pelo pastel de palmito, logo pedi um (por um preço bem salgado). E tão logo me arrependi. Recebi aquele pedaço retangular de massa fumegando e qual foi minha surpresa na primeira mordida? O recheio estava mais frio que minha coca-cola! Acho que não preciso dizer mais nada, né? :/ Preciso sim! Não tinha caldo de cana lá!

E QUE RAIOS DE PASTELARIA NÃO TEM CALDO DE CANA??!!! NEM MERECE O RÓTULO DE PASTELARIA O LOCAL QUE NÃO POSSUI!! É QUASE UM CRIME!!! [/parei]

Bem, é isso. Vou terminar o meu de pizza aqui senão o teclado fica brilhando depois :*

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A cabana


Acabei de ler a trama criada por Young. Demorei, pelo menos, um mês pra ler este pequeno livro. O livro em si tem quase o mesmo objetivo do filme "Atividade Paranormal", pelo que eu entendi: vender e divulgar de qualquer forma possível, como diz nas páginas finais. Só que diferente do filme, ela contem mensagens que podem, ou não, mudar a vida das pessoas de forma significativa. E cá estou fazendo meio que um merchan, meio que criticar o livro.

Pra quem gosta de uma história diferenciada, é recomendadíssimo ler. Pra quem não curte uma leitura cansativa, não aconselho.

O cutucão que tenho pra fazer é para o personagem Mack. O protagonista, na minha opinião, se mostra muito fraco (não pela montagem do autor, mas pela história), o que me deixou meio "Aff! Que gay" [?] para com ele. Apesar disso, Young conseguiu quebrar (quase) todas as regras no que diz respeito a figura de Deus e no que Ele representa. E personagens como Missy que trazem todo o sentido para essa história foram construídos na medida certa.

Extremamente visual, também. Os cenários afloram com a quantidade de detalhes que possui. Talvez seja esse a lâmina de dois gumes do livro. Riqueza de detalhes, mas que faz com que tenha uma leitura um tanto cansativa.

Pra mim entra para a lista de recomendações por ser um livro que passa uma mensagem, e eu particularmente gosto disso.