"Diz que me ama" fizeram seus lábios junto ao lóbulo do meu ouvido direito.
"Não posso" respondi de imediato. "Ainda sou um monstro".
"Não ligo, desde que ainda me ame". Seu queixo descansou em meu ombro. "Eu sei que ainda me ama".
"Não amo. Não posso amar. E sou incapaz de amar".
"Eu duvido".
"Eu também".
E foi por isso que minhas mãos deslizaram dos seus cabelos para o pescoço, tudo lentamente.
"Não posso" respondi de imediato. "Ainda sou um monstro".
"Não ligo, desde que ainda me ame". Seu queixo descansou em meu ombro. "Eu sei que ainda me ama".
"Não amo. Não posso amar. E sou incapaz de amar".
"Eu duvido".
"Eu também".
E foi por isso que minhas mãos deslizaram dos seus cabelos para o pescoço, tudo lentamente.